Orientação, correções e reconhecimentos são pontuados nas reuniões da CGJ com as Varas de Bayeux

Reunião com equipe da 5ª Vara Mista de Bayeux

Foco em despachos que levem o processo ao fim. Esta é apenas uma entre as tantas orientações feitas nessa terça (11) e quarta-feira (12) na Comarca de Bayeux, durante reuniões técnicas promovidas pela Corregedoria Geral de Justiça com os membros de cada uma das cinco unidades judiciárias e da Diretoria do Fórum. Conteúdos específicos atinentes à especialidade das varas também foram esmiuçados na ocasião.

Ao iniciar os diálogos, o juiz corregedor Carlos Neves, coordenador da correição, explicou que um trabalho de aproximação vem sendo estimulado pela atual gestão da CGJ. “O corregedor-geral de Justiça, desembargador Carlos Beltrão, entende que essa proximidade é importante. Trazemos aqui nossas constatações, correções, quando necessárias, e esclarecimentos. Enquanto Corregedoria, nos colocamos à disposição para qualquer dificuldade nas unidades judiciárias”, afirmou.

Além de aspectos técnicos relacionados ao PJe e a sistemas diversos operados pelos magistrados e servidores, os juízes corregedores apontaram os diagnósticos positivos encontrados em cada unidade.

Reunião na 3ª Vara Mista de Bayeux

“É importante trazermos, também, o reconhecimento a toda a equipe pelo que vem dando certo. Uma boa gestão fica evidente nos números, que revelam a busca pela entrega de uma boa jurisdição”, ressaltou a juíza Aparecida Gadelha.

Ao final dos encontros, muitos juízes avaliaram positivamente as orientações apresentadas, como expôs o magistrado Francisco Antunes. “Agradecemos pelas explicações e ficamos felizes com os esclarecimentos trazidos pela Corregedoria”, declarou o diretor do Fórum.

Já o juiz Euler Jansen (titular da 3ª Vara) estendeu o agradecimento aos servidores daquela unidade. “Aqui, temos uma equipe unida, competente, com um diálogo diário. É fácil ser juiz com a metodologia de trabalho que estabelecemos em que todos colaboram com os resultados”, disse.

Por Gabriela Parente

CGJ conclui trabalho de orientação junto às 36 unidades judiciárias de Campina Grande

Juiz Sivanildo Torres orienta Vara de Sucessões

A Corregedoria Geral de Justiça realizou, nesta segunda-feira (22), as últimas cinco reuniões do cronograma de orientação junto às Varas da Comarca de Campina Grande, concluindo, assim, o trabalho nas 36 unidades judiciárias. Até a sexta-feira (26), a equipe da CGJ condensará os dados coletados em cada unidade para fazer a entrega dos relatórios individualizados, com as recomendações, determinações e prazos fixados para cumprimento.

Na quinta-feira (18), 15 reuniões simultâneas foram realizadas, seguidas de mais 16 na sexta-feira (19), ocasiões em que foram estabelecidos diálogos,

Juíza Aparecida Gadelha orienta Vara de Entorpecentes

escutas e apontamentos diversos. O trabalho foi conduzido pelos juízes corregedores Fábio Araújo, Aparecida Gadelha, Meales Melo, Sivanildo Torres e Antônio Silveira Neto.

Ao falar aos integrantes da 7ª Vara Cível, o juiz Fábio Araújo reforçou o objetivo e o compromisso assumido pela atual gestão da CGJ, comandada pelo desembargador Fred Coutinho. “Não atingiremos melhores resultados sem engajamento. Por isso, estamos aqui. Mais do que para apontar erros, viemos orientá-los quanto ao aperfeiçoamento de rotinas, bem como saber o que pode estar impactando, positiva ou negativamente, o trabalho”. O magistrado

Juiz Meales Melo orienta Juizado Criminal

dialogou, também, com os servidores e magistrados das 6ª, 8ª e 10ª Varas Cíveis.

O juiz corregedor Sivanildo Torres também levou orientações aos integrantes das 1ª, 2ª, 4ª e 5ª Varas de Família, Cartório Unificado de Família, além das Varas de Feitos Especiais e de Sucessões. “Estamos aqui para orientar, escutar vocês e buscarmos melhores formas de trabalho para aprimorar a jurisdição”, declarou.

Juiz Antônio Silveira / 3ª Vara da Fazenda

Nos últimos dois dias de reunião, a juíza corregedora Aparecida Gadelha ficou a cargo da Vara de Entorpecentes, Execução Penal, 1º e 2º Tribunais do Júri. Já o juiz Meales Melo conduziu os trabalhos junto ao Juizado Criminal, à Turma Recursal e à Vara da Violência Doméstica. Também o juiz Antônio Silveira prestou orientações à Vara da Infância e Juventude, à 3ª Vara da Fazenda e ao Cartório Unificado.

Por Gabriela Parente

CGJ inicia pela 2ª Vara Criminal trabalho de orientação junto às unidades de Campina Grande

A Corregedoria Geral de Justiça deu início, nesta quarta-feira (17), ao trabalho de orientação com cada unidade judiciária do Fórum Affonso Campos, em Campina Grande, em reunião junto à 2ª Vara Criminal, que tem como juíza titular Ana Christina Penazzi. Na ocasião, os integrantes da unidade expuseram dúvidas, bem como receberam esclarecimentos sobre os sistemas utilizados e direcionamentos voltados à instituição de rotinas mais eficientes.

A reunião contou com a presença de todos os juízes corregedores atuantes na área judicial – Aparecida Gadelha, Fábio Araújo, Meales Melo, Antônio Silveira e Sivanildo Torres – que pontuaram aspectos técnicos diversos, relacionados a: Atos Ordinatórios, TJ-Calc, Agrupadores, Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), BI (Business Intelligence) para acompanhamento das prisões preventivas, entre outros.

Aparecida Gadelha e Fábio Araújo (juízes corregedores)

“Apontamos os gargalos, buscando resolvê-los de modo que eles não voltem. Vamos trabalhar mais para que, na sequência, possamos trabalhar menos e melhor”, defendeu o juiz corregedor Fábio Araújo.

Também a magistrada Aparecida Gadelha ressaltou a necessidade de reuniões internas e periódicas com foco na gestão da unidade e dos processos. “São momentos salutares que oferecem saltos significativos. Parar para pensar fluxos de trabalho é investimento”, declarou.

O juiz Antônio Silveira lembrou que importantes webinários e cursos vêm sendo produzidos pela Escola Superior da Magistratura (Esma) sobre ferramentas de gestão e PJe. “É importante que, de forma rotativa, vocês se organizem para acessar os conteúdos e repassar as informações entre si”, sugeriu.

Uma das orientações repercutidas foi em relação aos ‘Agrupadores’ – funcionalidade dentro do PJe que consiste em emitir avisos sobre qualquer ato ocorrido num processo. “As unidades que fazem uso sinalizam um melhor funcionamento em relação às que não utilizam. É fundamental uma rotina de acompanhamento diário dos agrupadores, pois isso resulta em celeridade”, pontuou o juiz corregedor Meales Melo.

A juíza titular, Ana Pennazzi, afirmou que foi a primeira vez que um norte foi apontado para muitas questões discutidas. “Dúvidas sempre existem, principalmente em relação ao sistema. Nesta manhã, tivemos um direcionamento para corrigir equívocos, com orientações claras e porquês esclarecidos. Tudo isso foi muito importante para darmos o salto que todos nós queremos. Aprendemos muito”, asseverou.

Por Gabriela Parente